<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Notícias -</title>
	<atom:link href="https://incol.ufmt.br/category/noticias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://incol.ufmt.br/category/noticias/</link>
	<description>Instituto Nacional de Coleoptera</description>
	<lastBuildDate>Wed, 19 Aug 2026 13:35:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2025/12/cropped-favincol-2-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Notícias -</title>
	<link>https://incol.ufmt.br/category/noticias/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>INCol abre edital para apoiar viagens nacionais e internacionais de pesquisadores do instituto</title>
		<link>https://incol.ufmt.br/noticias/incol-abre-edital-para-apoiar-viagens-cientificas-nacionais-e-internacionais/</link>
					<comments>https://incol.ufmt.br/noticias/incol-abre-edital-para-apoiar-viagens-cientificas-nacionais-e-internacionais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mila Massuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 21:17:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://incol.ufmt.br/?p=2497</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores(as) vinculados(as) ao Instituto Nacional de Coleoptera (INCol) já podem se inscrever no Edital nº 02/2026, que prevê a concessão de auxílio para diárias e passagens destinadas à realização de viagens científicas nacionais e internacionais.</p>
<p>O post <a href="https://incol.ufmt.br/noticias/incol-abre-edital-para-apoiar-viagens-cientificas-nacionais-e-internacionais/">INCol abre edital para apoiar viagens nacionais e internacionais de pesquisadores do instituto</a> apareceu primeiro em <a href="https://incol.ufmt.br"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores(as) vinculados(as) ao Instituto Nacional de Coleoptera (INCol) já podem se inscrever no Edital nº 02/2026, que prevê a concessão de auxílio para diárias e passagens destinadas à realização de viagens científicas nacionais e internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa busca fortalecer a colaboração entre pesquisadores, ampliar o acesso a coleções científicas, laboratórios e instituições parceiras, além de incentivar a participação em atividades acadêmicas, científicas e institucionais relacionadas aos objetivos do INCol. O edital contempla visitas técnicas, atividades de pesquisa e outras ações que contribuam para o desenvolvimento dos projetos da rede.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, serão disponibilizados até R$ 150 mil para a concessão de até dez auxílios, destinados ao custeio de diárias e/ou passagens aéreas. Os recursos poderão ser solicitados por pesquisadores(as) vinculados(as) ao INCol ou por estudantes e pesquisadores(as) que tenham supervisão de integrantes da Rede.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições estarão abertas de 24 de julho a 14 de agosto de 2026, até as 23h59 (horário de Brasília). Os(as) candidatos(as) deverão submeter a documentação exigida por meio do formulário eletrônico previsto no edital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo seletivo também prevê a adoção de políticas de ações afirmativas, com reserva de vagas para pessoas negras e mecanismos de inclusão para pessoas indígenas e quilombolas, conforme a legislação vigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O edital completo, o cronograma, a lista de documentos necessários e o formulário eletrônico para a inscrição estão disponíveis na página Edital 02/2026, no link abaixo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://incol.ufmt.br/2026/edital-02-2026-auxilio-para-diarias-e-passagens-nacional-ou-internacional/" data-type="link" data-id="https://incol.ufmt.br/2026/edital-02-2026-auxilio-para-diarias-e-passagens-nacional-ou-internacional/">Link</a></p>
<p>O post <a href="https://incol.ufmt.br/noticias/incol-abre-edital-para-apoiar-viagens-cientificas-nacionais-e-internacionais/">INCol abre edital para apoiar viagens nacionais e internacionais de pesquisadores do instituto</a> apareceu primeiro em <a href="https://incol.ufmt.br"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://incol.ufmt.br/noticias/incol-abre-edital-para-apoiar-viagens-cientificas-nacionais-e-internacionais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tomografia revela nova linhagem de besouro que viveu no Brasil há cerca de 113 milhões de anos</title>
		<link>https://incol.ufmt.br/noticias/tomografia-revela-nova-linhagem-de-besouros-que-viveu-no-brasil-ha-cerca-de-113-milhoes-de-anos/</link>
					<comments>https://incol.ufmt.br/noticias/tomografia-revela-nova-linhagem-de-besouros-que-viveu-no-brasil-ha-cerca-de-113-milhoes-de-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mila Massuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:14:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Archostemata]]></category>
		<category><![CDATA[Biffi]]></category>
		<category><![CDATA[Cratocupes]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Crato]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://incol.ufmt.br/?p=1847</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo liderado por pesquisador do INCol (Instituto Nacional de Coleoptera) descreve uma nova família de besouros fósseis e registra pela primeira vez um dos grupos mais antigos da evolução dos besouros na Formação Crato, no Ceará.</p>
<p>O post <a href="https://incol.ufmt.br/noticias/tomografia-revela-nova-linhagem-de-besouros-que-viveu-no-brasil-ha-cerca-de-113-milhoes-de-anos/">Tomografia revela nova linhagem de besouro que viveu no Brasil há cerca de 113 milhões de anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://incol.ufmt.br"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudo liderado por pesquisador do Instituto Nacional de Coleoptera (INCol) descreve uma nova família de besouros fósseis e registra pela primeira vez um dos grupos mais antigos da evolução dos besouros na Formação Crato, no Ceará.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-07-de-julho-de-2026-as-13.52.47-1024x683.jpeg" alt="Esquerda: Vista dorsal de fóssil de Cratocupes scabrosus após tratamento com álcool, utilizado para realçar detalhes da superfície. Direita: Reconstrução tridimensional da região ventral de Cratocupes scabrosus obtida por microtomografia computadorizada." class="wp-image-2277"/><figcaption class="wp-element-caption">Esquerda: Vista dorsal de fóssil de †<em>Cratocupes scabrosus</em> (nova espécie descrita no estudo) após tratamento com álcool, utilizado para realçar detalhes da superfície. Direita: Reconstrução tridimensional da região ventral de †<em>Cratocupes scabrosus</em> obtida por microtomografia computadorizada.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores do Brasil e da Alemanha identificaram uma nova linhagem de besouros que viveu há cerca de 113 milhões de anos na região que hoje corresponde ao Nordeste brasileiro, a partir de fósseis encontrados na Formação Crato, no Ceará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Localizada na Bacia do Araripe, a Formação Crato é reconhecida internacionalmente pela qualidade de preservação de seus fósseis. Os depósitos calcários da região registram organismos que viveram durante o Cretáceo Inferior e frequentemente conservam detalhes anatômicos raramente encontrados em outros sítios fossilíferos. Por isso, a formação é considerada uma das mais importantes para compreender a biodiversidade que existia em Gondwana, o antigo supercontinente que reunia a América do Sul, a África, a Antártida, a Austrália e a Índia, há mais de 100 milhões de anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os fósseis analisados pertencem à coleção do Museu de Zoologia da USP e foram incorporados recentemente ao acervo. Logo nas primeiras análises do material, a equipe percebeu que aqueles espécimes mereciam um estudo mais detalhado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;A primeira coisa que chamou a atenção foi a qualidade da preservação, que possibilitou identificar imediatamente que esses fósseis se tratavam de besouros do grupo dos Archostemata. Fósseis desse grupo eram inéditos na América do Sul&#8221;</strong>, explica Gabriel Biffi, um dos autores do estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a superfície dorsal (superior) dos espécimes estivesse visível há anos, grande parte da anatomia permanecia preservada e escondida no interior da rocha. Como muitas das características diagnósticas utilizadas para identificar e comparar os besouros estão localizadas na região ventral (inferior) do corpo, os pesquisadores recorreram à microtomografia computadorizada para realizar uma espécie de &#8220;escavação digital&#8221; dos fósseis. Ainda pouco explorada no estudo de insetos fósseis preservados em rochas, como os encontrados na Formação Crato, essa abordagem permitiu reconstruir tridimensionalmente os espécimes e acessar estruturas anatômicas inacessíveis por métodos tradicionais, incluindo partes das pernas, do tórax e das peças bucais, características essenciais para compreender suas relações evolutivas.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="823" height="1024" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-3-823x1024.webp" alt="" class="wp-image-2281" srcset="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-3-823x1024.webp 823w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-3-241x300.webp 241w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-3-768x955.webp 768w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-3-1235x1536.webp 1235w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-3.webp 1607w" sizes="(max-width: 823px) 100vw, 823px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reconstrução tridimensional de †<em>Cratocupes scabrosus</em> obtida por microtomografia computadorizada. A técnica permitiu visualizar estruturas da região ventral do besouro que permaneciam ocultas no interior da rocha. Diferentes cores destacam regiões anatômicas do fóssil, como as pernas (azul), partes do tórax (amarelo e vermelho), o pronoto (verde) e os élitros (laranja).</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">As informações obtidas permitiram posicionar os espécimes entre os Archostemata, um grupo hoje raro, mas que foi muito mais diverso no passado. As análises indicam que essa linhagem teve origem há mais de 300 milhões de anos, entre o final do Carbonífero e o início do Permiano, muito antes do surgimento dos dinossauros. Atualmente, os Archostemata reúnem menos de cinquenta espécies vivas em todo o mundo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="846" height="1024" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-4-1-846x1024.jpg" alt="" class="wp-image-2283" srcset="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-4-1-846x1024.jpg 846w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-4-1-248x300.jpg 248w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-4-1-768x929.jpg 768w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-4-1-1269x1536.jpg 1269w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-4-1.jpg 1652w" sizes="(max-width: 846px) 100vw, 846px" /><figcaption class="wp-element-caption">Visão geral da história evolutiva dos Archostemata. (a) Estimativas da idade das pri ncipais linhagens do grupo ao longo do tempo. As barras azuis indicam a faixa de incerteza dessas estimativas. (b) Distribuição temporal das espécies fósseis de Archostemata conhecidas, mostrando em quais períodos geológicos elas viveram. (c) Reconstrução das relações evolutivas entre as principais linhagens de Archostemata com base em uma das análises filogenéticas realizadas no estudo. (d) Reconstrução alternativa das relações evolutivas entre as principais linhagens de Archostemata, obtida por um segundo método de análise.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo descreve três espécies de Archostemata e registra pela primeira vez representantes desse grupo na Formação Crato. Entre elas está <em>Cratocupes scabrosus</em>, uma espécie tão distinta das demais que levou os pesquisadores a propor uma nova família extinta, denominada Cratocupedidae.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;No início, achávamos que esse fóssil representava um gênero novo de uma família chamada Cupedidae, que possui representantes vivos e fósseis. Começamos a mudar de ideia quando fizemos a microtomografia e vimos suas estruturas ventrais, que diferiam das dos Cupedidae. Além disso, as características não se encaixavam em nenhuma família já conhecida de Coleoptera. O estudo filogenético confirmou que se tratava de uma nova família&#8221;</strong>, explica Biffi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os pesquisadores, o nome <em>Cratocupes</em> combina uma referência à Formação Crato com “<em>Cupes</em>”, um gênero próximo pertencente à família Cupedidae. Já o epíteto específico <em>scabrosus</em> deriva de uma palavra latina que significa &#8220;áspero&#8221;, em alusão às pequenas protuberâncias que recobrem a superfície do corpo do besouro e lhe conferem um aspecto rugoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados do estudo ajudam a preencher uma importante lacuna geográfica no registro fóssil desses insetos. Embora os Archostemata sejam conhecidos em diversos depósitos fossilíferos da Europa, Ásia e América do Norte, os registros para Gondwana são escassos. Os fósseis da Formação Crato mostram que essas linhagens também habitavam os ecossistemas tropicais do Cretáceo sul-americano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Biffi, a descoberta demonstra que os Archostemata já estavam amplamente distribuídos pelo planeta antes da separação dos supercontinentes. &#8220;<strong>Esses são os primeiros registros de membros de Archostemata na parte ocidental de Gondwana, comprovando que o grupo já estava amplamente distribuído pelo mundo antes da separação dos supercontinentes. A descoberta deles ajuda a entender como era a biota na região do Crato há cerca de 113 milhões de anos.</strong>&#8220;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também reforça a importância das coleções biológicas e paleontológicas para a produção de novos conhecimentos científicos. Os exemplares analisados, preservados há anos em acervos brasileiros, ganharam novas interpretações graças à aplicação de tecnologias capazes de acessar estruturas invisíveis externamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<strong>Essas tecnologias não são necessariamente novas. O uso que fazemos delas é o que torna as pesquisas inovadoras&#8221;</strong>, destaca Biffi. O pesquisador ressalta ainda que esta foi a primeira vez que a abordagem foi aplicada a besouros da Formação Crato, o que mostrou um nível de detalhe raramente observado em fósseis de insetos. Com o crescente acesso a essas ferramentas no Brasil, ele acredita que será possível abrir uma nova fase no estudo de fósseis de insetos, permitindo observar e reconstruir em três dimensões estruturas que antes permaneciam inacessíveis.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="838" height="1024" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-5-838x1024.webp" alt="" class="wp-image-2284" srcset="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-5-838x1024.webp 838w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-5-246x300.webp 246w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-5-768x938.webp 768w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-5-1257x1536.webp 1257w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/Figura-5.webp 1636w" sizes="(max-width: 838px) 100vw, 838px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reconstrução tridimensional de †<em>Cratocupes scabrosus</em> obtida por microtomografia computadorizada, mostrando diferentes perspectivas do fóssil: (a) vista dorsal; (b) vista ventral; (c) vista lateral direita; (d) vista frontal; (e) vista ventrolateral direita; (f) vista ventrolateral esquerda.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho foi desenvolvido por Gabriel Biffi, pesquisador do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP), do Instituto Tecnológico Vale (ITV) e integrante do Instituto Nacional de Coleoptera (INCol). A pesquisa contou ainda com a colaboração de Anderson Lepeco, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e de Rolf Beutel, da Friedrich-Schiller-Universität Jena e do Senckenberg Forschungsinstitut und Naturmuseum, na Alemanha.<br><br>O artigo foi publicado na revista Systematic Entomology.<br><a href="https://resjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/syen.70061" data-type="link" data-id="https://resjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/syen.70061">https://resjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/syen.70061</a><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://incol.ufmt.br/noticias/tomografia-revela-nova-linhagem-de-besouros-que-viveu-no-brasil-ha-cerca-de-113-milhoes-de-anos/">Tomografia revela nova linhagem de besouro que viveu no Brasil há cerca de 113 milhões de anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://incol.ufmt.br"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://incol.ufmt.br/noticias/tomografia-revela-nova-linhagem-de-besouros-que-viveu-no-brasil-ha-cerca-de-113-milhoes-de-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>INCol e Coleopterists Society estabelecem parceria internacional</title>
		<link>https://incol.ufmt.br/noticias/parceria_incol_coleopterists_society/</link>
					<comments>https://incol.ufmt.br/noticias/parceria_incol_coleopterists_society/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mila Massuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 18:49:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://incol.ufmt.br/?p=1883</guid>

					<description><![CDATA[<p>Colaboração amplia oportunidades de cooperação científica, intercâmbio e divulgação do conhecimento sobre besouros.</p>
<p>O Instituto Nacional de Coleoptera (INCol) e a Coleopterists Society passam a atuar em parceria para promover a colaboração científica internacional em coleopterologia. A iniciativa aproxima pesquisadores e instituições comprometidos com o avanço do conhecimento sobre os besouros, incentivando o intercâmbio de experiências, a formação de recursos humanos e o desenvolvimento de ações conjuntas de pesquisa e divulgação científica.</p>
<p>O post <a href="https://incol.ufmt.br/noticias/parceria_incol_coleopterists_society/">INCol e Coleopterists Society estabelecem parceria internacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://incol.ufmt.br"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="208" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-10.50.55-1024x208.jpeg" alt="Banner da The Coleopterists Society sobre fundo branco. Na parte superior, o nome da organização aparece em letras grandes na cor azul: &quot;THE COLEOPTERISTS SOCIETY&quot;. Abaixo, uma linha horizontal verde e o slogan em inglês: &quot;AN INTERNATIONAL SOCIETY DEVOTED TO THE STUDY OF BEETLES&quot; (Uma sociedade internacional dedicada ao estudo dos besouros). Nas extremidades esquerda e direita há ilustrações de besouros estilizados em azul e verde. O design é limpo, centralizado e utiliza as cores azul, verde e branco." class="wp-image-1886" srcset="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-10.50.55-1024x208.jpeg 1024w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-10.50.55-300x61.jpeg 300w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-10.50.55-768x156.jpeg 768w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-10.50.55-1536x312.jpeg 1536w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-10.50.55.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Colaboração amplia oportunidades de cooperação científica, intercâmbio e divulgação do conhecimento sobre besouros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Coleoptera (INCol) e a Coleopterists Society passam a atuar em parceria para promover a colaboração científica internacional em coleopterologia. A iniciativa aproxima pesquisadores e instituições comprometidos com o avanço do conhecimento sobre os besouros, incentivando o intercâmbio de experiências, a formação de recursos humanos e o desenvolvimento de ações conjuntas de pesquisa e divulgação científica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A parceria fortalece a inserção internacional do INCol e amplia as oportunidades de interação entre a comunidade brasileira e pesquisadores de diferentes países. Além de favorecer a troca de conhecimentos e experiências, a colaboração contribui para ampliar a visibilidade das pesquisas desenvolvidas no Brasil e estimular novas iniciativas em rede.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como parte desse anúncio, a Coleopterists Society publicou uma notícia apresentando o INCol ao seu público e divulgando os canais oficiais do Instituto. A publicação ressalta o compromisso das duas instituições com a cooperação, o intercâmbio entre pesquisadores e o fortalecimento da coleopterologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre a Coleopterists Society</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Coleopterists Society é uma organização científica dedicada à promoção da coleopterologia. A sociedade reúne pesquisadores, estudantes e entusiastas de diferentes países e desenvolve iniciativas voltadas ao intercâmbio científico, à formação de pesquisadores e à divulgação do conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre suas principais publicações está o The Coleopterists Bulletin, periódico que publica, desde 1947, artigos, notas e revisões sobre biologia, taxonomia e ecologia de besouros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais em: <a href="https://coleopsoc.org/">https://coleopsoc.org/</a></p>
<p>O post <a href="https://incol.ufmt.br/noticias/parceria_incol_coleopterists_society/">INCol e Coleopterists Society estabelecem parceria internacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://incol.ufmt.br"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://incol.ufmt.br/noticias/parceria_incol_coleopterists_society/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>UFMT Inaugura Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas</title>
		<link>https://incol.ufmt.br/noticias/ufmt-inaugura-centro-de-pesquisa-em-colecoes-zoologicas/</link>
					<comments>https://incol.ufmt.br/noticias/ufmt-inaugura-centro-de-pesquisa-em-colecoes-zoologicas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Altoé Falqueto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 22:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cpcz]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://incol.ufmt.br/?p=1665</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vista aérea do Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas (CPCZ) da UFMT. Foto: Zina Crepaldi/Edição Alexandre Ribeiro/Acervo Propesq/UFMT Nova infraestrutura [...]</p>
<p>O post <a href="https://incol.ufmt.br/noticias/ufmt-inaugura-centro-de-pesquisa-em-colecoes-zoologicas/">UFMT Inaugura Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas</a> apareceu primeiro em <a href="https://incol.ufmt.br"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="574" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/cpcz.jpeg" alt="Vista aérea do Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas (CPCZ) da UFMT. Foto: Zina Crepaldi/Edição Alexandre Ribeiro/Acervo Propesq/UFMT " class="wp-image-1666" style="width:1600px" srcset="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/cpcz.jpeg 1024w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/cpcz-300x168.jpeg 300w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/cpcz-768x431.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Vista aérea do Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas (CPCZ) da UFMT. Foto: Zina Crepaldi/Edição Alexandre Ribeiro/Acervo Propesq/UFMT </figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Nova infraestrutura abriga o maior acervo zoológico do Centro-Oeste</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) inaugura</strong>, no próximo dia <strong>2 de julh</strong>o, às 16 horas, o <strong>Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas (CPCZ)</strong>, uma das mais importantes infraestruturas científicas voltadas ao estudo, à conservação e à valorização da biodiversidade brasileira. Concebido para reunir coleções científicas de relevância nacional e internacional em um ambiente integrado de pesquisa, formação de recursos humanos e inovação, o Centro representa um novo patamar para a infraestrutura científica da Universidade e reafirma a UFMT como uma das principais instituições brasileiras dedicadas à pesquisa sobre os biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inauguração do CPCZ marca a conclusão de um empreendimento cuja história começou há mais de uma década. O primeiro financiamento para sua implantação foi aprovado pela <strong>Financiadora de Estudos e Projetos</strong> (Finep) em 2012, no âmbito da Chamada Pública MCTI/FINEP/CT-INFRA – PROINFRA 01/2011. A transferência dos recursos ocorreu em 2015, ano em que a Universidade também obteve um segundo financiamento da Finep, por meio da Carta Convite MCTI/FINEP 01/2014, destinado à complementação da infraestrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A execução do empreendimento teve início em maio de 2017, com a elaboração do projeto executivo, etapa que possibilitou o início das obras em agosto de 2019. Agora, em 2026, a UFMT entrega à comunidade acadêmica e à sociedade uma infraestrutura científica concebida para servir às próximas gerações de pesquisadores, ampliando significativamente sua capacidade de produzir conhecimento, formar recursos humanos e desenvolver ciência, tecnologia e inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O empreendimento foi coordenado pela <strong>Pró-Reitoria de Pesquisa</strong> (PROPESQ), com gestão administrativa e financeira da <strong>Fundação Uniselva</strong> e fiscalização das obras pela <strong>Prefeitura do Campus</strong>, por meio da <strong>Coordenação de Engenharia e Arquitetura</strong> (CEA), em permanente articulação com pesquisadores do Instituto de Biociências, servidores técnicos e demais equipes envolvidas na implantação do Centro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com aproximadamente três mil metros quadrados de área construída, o CPCZ foi concebido para abrigar o <strong>maior acervo zoológico do Centro-Oeste</strong> e um dos mais importantes do Brasil. Sua estrutura reúne ambientes especialmente projetados para conservação de coleções científicas, laboratórios especializados, auditório, áreas técnicas e espaços multiusuários destinados ao ensino, à pesquisa, à extensão e à formação de recursos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acervo do CPCZ reúne milhões de espécimes distribuídos em importantes coleções de invertebrados, peixes, anfíbios, répteis, aves, mamíferos e fósseis, constituindo uma base científica essencial para pesquisas em taxonomia, sistemática, ecologia, conservação, paleontologia, mudanças ambientais e formulação de políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o professor <a href="https://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&amp;id=K4772573P6">Alexandre Cunha Ribeiro</a>, do Instituto de Biociências e coordenador do CPCZ, a nova infraestrutura representa um divisor de águas para a pesquisa em biodiversidade desenvolvida na Universidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>&#8220;O CPCZ representa um marco histórico para a UFMT e para a ciência brasileira. Além de oferecer condições adequadas para a conservação e expansão dos acervos, o Centro fortalece a formação de novos pesquisadores, amplia as possibilidades de cooperação científica e consolida a Universidade como um polo estratégico para o estudo da biodiversidade.&#8221;</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Centro sediará ainda o<a href="https://www.instagram.com/incol.oficial"> Instituto Nacional de Coleoptera (INCol)</a>, rede científica coordenada pela UFMT e vinculada ao <strong>Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico</strong> (CNPq), dedicada ao estudo dos besouros e de suas aplicações em áreas como taxonomia, ecologia, conservação e monitoramento ambiental.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma das mais importantes coleções entomológicas da América Latina</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais destaques do CPCZ está a <strong>Coleção Entomológica de Mato Grosso Eurides Furtado</strong> (CEMT – Eurides Furtado), uma das mais importantes coleções entomológicas da América Latina e referência internacional para o estudo dos besouros (Coleoptera). Criada em 1987 e rebatizada em 2022 em homenagem ao naturalista mato-grossense Eurides Furtado, a coleção reúne aproximadamente 500 mil exemplares preparados e cerca de seis milhões de espécimes em processo de incorporação científica, constituindo um dos mais relevantes acervos sobre a biodiversidade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de sua expressiva representatividade para os estudos com besouros, a CEMT abriga um importante acervo de borboletas e mariposas, enriquecido pela doação realizada pela família de Eurides Furtado. Construída ao longo de mais de cinco décadas de dedicação à pesquisa, essa coleção reúne dezenas de milhares de exemplares e um valioso conjunto de registros científicos, assegurando a preservação de um patrimônio de grande relevância para as futuras gerações de pesquisadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a cerimônia de inauguração do CPCZ, a Universidade Federal de Mato Grosso prestará uma homenagem aos familiares de Eurides Furtado, em reconhecimento à generosa doação de parte significativa desse acervo científico e à contribuição do pesquisador para o desenvolvimento da entomologia em Mato Grosso e no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da entomologia, o CPCZ abriga outras coleções de reconhecida relevância científica. A Coleção de Mollusca reúne um dos mais importantes acervos brasileiros de bivalves de água doce. A Coleção de Peixes possui cerca de dez mil lotes tombados, totalizando aproximadamente 61 mil espécimes. A Coleção Herpetológica reúne quase 13 mil répteis e mais de 20 mil anfíbios. A Coleção de Aves figura entre as dez maiores do Brasil, enquanto a Coleção de Mamíferos está entre as oito maiores do país. O Centro abriga ainda uma importante Coleção de Fósseis, composta por aproximadamente 430 espécimes, em sua maioria provenientes da Formação Crato, na Bacia do Araripe (CE), considerada um dos mais importantes depósitos fossilíferos do mundo pela extraordinária preservação de fósseis com cerca de 110 milhões de anos.</p>



<div class="wp-block-stackable-carousel stk-block-carousel stk--is-slide stk--arrows-justify-space-between stk--arrows-align-center stk-block stk-0u9wlrv" data-slides-to-show="" data-block-id="0u9wlrv"><div class="stk-block-carousel__content-wrapper"><div class="stk-row stk-inner-blocks stk-block-content stk-block-carousel__slider-wrapper stk-content-align stk-0u9wlrv-column"><div class="stk-block-carousel__slider" role="list" data-autoplay="4000" data-label-slide-of="Slide %%d of %%d" tabindex="0">
<div class="wp-block-stackable-column stk-block-column stk-column stk-block stk-9tq4ve7" data-v="4" data-block-id="9tq4ve7"><div class="stk-column-wrapper stk-block-column__content stk-container stk-9tq4ve7-container stk--no-background stk--no-padding"><div class="stk-block-content stk-inner-blocks stk-9tq4ve7-inner-blocks">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="661" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaodepeixes-1-1024x661.png" alt="" class="wp-image-1670" srcset="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaodepeixes-1-1024x661.png 1024w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaodepeixes-1-300x194.png 300w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaodepeixes-1-768x495.png 768w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaodepeixes-1.png 1110w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div></div></div>



<div class="wp-block-stackable-column stk-block-column stk-column stk-block stk-gtx1pr5" data-v="4" data-block-id="gtx1pr5"><div class="stk-column-wrapper stk-block-column__content stk-container stk-gtx1pr5-container stk--no-background stk--no-padding"><div class="stk-block-content stk-inner-blocks stk-gtx1pr5-inner-blocks">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="661" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaopaleontologica-1024x661.png" alt="" class="wp-image-1671" srcset="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaopaleontologica-1024x661.png 1024w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaopaleontologica-300x194.png 300w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaopaleontologica-768x495.png 768w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaopaleontologica.png 1110w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div></div></div>



<div class="wp-block-stackable-column stk-block-column stk-column stk-block stk-kmm61vi" data-v="4" data-block-id="kmm61vi"><div class="stk-column-wrapper stk-block-column__content stk-container stk-kmm61vi-container stk--no-background stk--no-padding"><div class="stk-block-content stk-inner-blocks stk-kmm61vi-inner-blocks">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="661" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoherpetologica-1024x661.png" alt="" class="wp-image-1672" srcset="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoherpetologica-1024x661.png 1024w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoherpetologica-300x194.png 300w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoherpetologica-768x495.png 768w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoherpetologica.png 1110w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div></div></div>



<div class="wp-block-stackable-column stk-block-column stk-column stk-block stk-tjmyf1o" data-v="4" data-block-id="tjmyf1o"><div class="stk-column-wrapper stk-block-column__content stk-container stk-tjmyf1o-container stk--no-background stk--no-padding"><div class="stk-block-content stk-inner-blocks stk-tjmyf1o-inner-blocks">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="661" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaodemamiferos-1024x661.png" alt="" class="wp-image-1673" srcset="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaodemamiferos-1024x661.png 1024w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaodemamiferos-300x194.png 300w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaodemamiferos-768x495.png 768w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaodemamiferos.png 1110w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div></div></div>



<div class="wp-block-stackable-column stk-block-column stk-column stk-block stk-gc21twl" data-v="4" data-block-id="gc21twl"><div class="stk-column-wrapper stk-block-column__content stk-container stk-gc21twl-container stk--no-background stk--no-padding"><div class="stk-block-content stk-inner-blocks stk-gc21twl-inner-blocks">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="661" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos1-1024x661.png" alt="" class="wp-image-1674" srcset="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos1-1024x661.png 1024w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos1-300x194.png 300w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos1-768x495.png 768w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos1.png 1110w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div></div></div>



<div class="wp-block-stackable-column stk-block-column stk-column stk-block stk-agzisz7" data-v="4" data-block-id="agzisz7"><div class="stk-column-wrapper stk-block-column__content stk-container stk-agzisz7-container stk--no-background stk--no-padding"><div class="stk-block-content stk-inner-blocks stk-agzisz7-inner-blocks">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="661" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos2-1024x661.png" alt="" class="wp-image-1675" srcset="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos2-1024x661.png 1024w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos2-300x194.png 300w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos2-768x495.png 768w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos2.png 1110w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div></div></div>



<div class="wp-block-stackable-column stk-block-column stk-column stk-block stk-46m72vi" data-v="4" data-block-id="46m72vi"><div class="stk-column-wrapper stk-block-column__content stk-container stk-46m72vi-container stk--no-background stk--no-padding"><div class="stk-block-content stk-inner-blocks stk-46m72vi-inner-blocks">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="661" src="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos3-1024x661.png" alt="" class="wp-image-1676" srcset="https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos3-1024x661.png 1024w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos3-300x194.png 300w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos3-768x495.png 768w, https://incol.ufmt.br/wp-content/uploads/2026/06/colecaoinsetos3.png 1110w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div></div></div>
</div><div class="stk-block-carousel__buttons"><button class="stk-block-carousel__button stk-block-carousel__button__prev" aria-label="Previous slide"><svg aria-hidden="true" focusable="false" data-prefix="fas" data-icon="chevron-left" class="svg-inline--fa fa-chevron-left" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 320 512" width="32" height="32"><path d="M34.52 239.03L228.87 44.69c9.37-9.37 24.57-9.37 33.94 0l22.67 22.67c9.36 9.36 9.37 24.52.04 33.9L131.49 256l154.02 154.75c9.34 9.38 9.32 24.54-.04 33.9l-22.67 22.67c-9.37 9.37-24.57 9.37-33.94 0L34.52 272.97c-9.37-9.37-9.37-24.57 0-33.94z"></path></svg></button><button class="stk-block-carousel__button stk-block-carousel__button__next" aria-label="Next slide"><svg aria-hidden="true" focusable="false" data-prefix="fas" data-icon="chevron-right" class="svg-inline--fa fa-chevron-right" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 320 512" width="32" height="32"><path d="M285.476 272.971L91.132 467.314c-9.373 9.373-24.569 9.373-33.941 0l-22.667-22.667c-9.357-9.357-9.375-24.522-.04-33.901L188.505 256 34.484 101.255c-9.335-9.379-9.317-24.544.04-33.901l22.667-22.667c9.373-9.373 24.569-9.373 33.941 0L285.475 239.03c9.373 9.372 9.373 24.568.001 33.941z"></path></svg></button></div></div><div class="stk-block-carousel__dots" role="list" data-label="Slide %%d"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Deslize para o lado para ver todas as fotos. Foto 1 – Parte da Coleção de Peixes; Foto 2 – Exemplares fósseis da Coleção Paleontológica; Foto 3 – Parte da Coleção Herpetológica; Foto 4 – Gavetas com exemplares da Coleção de Mamíferos; Fotos 5, 6 e 7 – Parte da Coleção de Insetos. Fonte: Fotos e informações fornecidas por pesquisadores responsáveis pelas coleções científicas da UFMT <br>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em conjunto, essas coleções fazem do CPCZ um dos mais importantes centros brasileiros dedicados ao estudo, à documentação e à preservação da biodiversidade e da história natural. Mais do que preservar acervos científicos, o Centro assegura que esse patrimônio permaneça acessível às futuras gerações de pesquisadores e continue contribuindo para a produção de conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o professor <a href="https://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&amp;id=K4767878J5">Fernando Zagury Vaz-de-Mello</a>, pesquisador do Instituto de Biociências da UFMT, curador da CEMT e uma das principais referências mundiais no estudo dos coleópteros, as coleções zoológicas constituem a base sobre a qual se desenvolve grande parte da pesquisa em biodiversidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“As coleções guardam os espécimes-testemunho das pesquisas científicas e técnicas, permitindo que resultados sejam verificados e revisados ao longo do tempo. Além disso, o acúmulo desses materiais possibilita comparações fundamentais para compreender a diversidade biológica, identificar novas espécies e ampliar o conhecimento sobre a fauna brasileira.”</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o pesquisador, cada exemplar preservado representa um registro permanente da biodiversidade e uma fonte de informação indispensável para compreender as transformações ambientais, apoiar ações de conservação e produzir conhecimento científico de excelência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo Centro amplia significativamente a capacidade de atendimento a estudantes, pesquisadores e instituições parceiras. Atualmente, as coleções zoológicas da UFMT apoiam atividades de graduação, pós-graduação, pós-doutorado e projetos de pesquisa desenvolvidos em cooperação com universidades, museus e centros de pesquisa nacionais e internacionais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Investimento estratégico para a pesquisa em Mato Grosso a partir da UFMT</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A inauguração do Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas representa um investimento permanente na capacidade científica da Universidade Federal de Mato Grosso e fortalece a posição de Mato Grosso como uma das principais referências nacionais em pesquisas com coleções científicas e biodiversidade. Ao reunir um dos mais importantes acervos zoológicos do país em uma infraestrutura moderna e integrada, o Centro amplia as condições para o desenvolvimento de pesquisas de excelência, a formação de recursos humanos altamente qualificados e o fortalecimento da cooperação científica nacional e internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ampliar a infraestrutura científica da Universidade, o CPCZ materializa uma estratégia institucional de longo prazo voltada ao fortalecimento da de estruturas multiusuárias. O Centro integra a política da UFMT de consolidação de estruturas multiusuárias de referência, diretriz prevista no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), concebidas para reunir laboratórios, equipamentos, coleções científicas e competências especializadas em torno de projetos estratégicos comuns. O objetivo é ampliar a integração entre pesquisadores, otimizar o uso da infraestrutura instalada e potencializar o impacto científico, tecnológico e social da Universidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a reitora da UFMT, professora Marluce Souza e Silva, a conclusão do empreendimento representa um marco para a pesquisa científica desenvolvida na instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“O CPCZ fortalece uma das áreas em que a UFMT possui reconhecimento nacional e internacional, garantindo condições adequadas para a preservação, expansão e estudo de um patrimônio científico de valor inestimável. Ao mesmo tempo, amplia a capacidade da Universidade de receber estudantes, pesquisadores e a comunidade, tornando as coleções científicas mais acessíveis e reafirmando nosso compromisso com uma universidade pública aberta à sociedade, que produz conhecimento, forma pessoas e compartilha sua ciência com a população.”</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A reitora destacou ainda a importância da parceria entre as instituições envolvidas e o compromisso da gestão com a entrega de empreendimentos estratégicos da Universidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“A UFMT agradece à Finep, que acreditou neste projeto desde sua aprovação e tornou possível sua implantação por meio de importantes investimentos destinados ao fortalecimento da infraestrutura científica da Universidade. Também reconheço o trabalho das equipes da Pró-Reitoria de Pesquisa, da Prefeitura do Campus, por meio da Coordenação de Engenharia e Arquitetura, da Fundação Uniselva e dos pesquisadores do Instituto de Biociências que acompanharam todas as etapas deste empreendimento. Desde o início da nossa gestão, assumimos o compromisso de priorizar a conclusão dos empreendimentos estratégicos da Universidade para que investimentos dessa importância fossem efetivamente colocados a serviço da pesquisa, da formação de pessoas e da sociedade.”</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O CPCZ passa a integrar a rede de estruturas multiusuárias da UFMT, ficando vinculado administrativamente à Pró-Reitoria de Pesquisa, responsável pela coordenação da política institucional de fortalecimento da infraestrutura científica da Universidade. A custódia das coleções zoológicas e sua gestão técnico-científica permanecem sob responsabilidade do Instituto de Biociências, assegurando a continuidade das atividades de curadoria, preservação, pesquisa, formação de recursos humanos e cooperação científica desenvolvidas ao longo de décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o pró-reitor de Pesquisa, professor Bruno Araújo, a entrega do Centro representa um passo decisivo na consolidação da estratégia institucional de criação de centros multiusuários de referência em diferentes áreas do conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“O CPCZ demonstra a capacidade da UFMT de transformar investimentos públicos em estruturas permanentes de produção de conhecimento. Este Centro representa um passo importante na política institucional de fortalecimento de infraestruturas multiusuárias de referência, concebidas para reunir diferentes laboratórios, coleções científicas e competências em torno de projetos estratégicos para o desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação. A PROPESQ coordenou um amplo esforço institucional para que este empreendimento chegasse à sua conclusão, e é motivo de grande orgulho entregar à comunidade uma infraestrutura científica que apoiará a produção de conhecimento por muitas décadas. O CPCZ deixa um legado permanente para a pesquisa brasileira desenvolvida a partir das coleções científicas da UFMT e consolida Mato Grosso como referência nacional em estudos sobre biodiversidade.”</em></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Programação celebra a ciência e as coleções zoológicas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">As celebrações pela inauguração do Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas terão início às 9 horas, na Sala dos Órgãos Colegiados da UFMT, com uma palestra comemorativa ministrada pelo presidente da Sociedade Brasileira de Zoologia, professor<a href="https://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&amp;id=K4777116H6"> Luís Fábio Silveira</a>, sobre a importância das coleções zoológicas para a pesquisa científica. A conferência abordará o papel desses acervos na produção de conhecimento, na conservação da biodiversidade, na formação de pesquisadores e no desenvolvimento científico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solenidade de inauguração, às 16 horas, contará com a presença do professor Luís Fábio Silveira, diretor do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo e presidente da Sociedade Brasileira de Zoologia, e do diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Hugo Valadares, representando a ministra Luciana Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação inclui ainda o descerramento da placa inaugural, visita às instalações do Centro, exposição de exemplares representativos das coleções zoológicas e paleontológicas da UFMT e uma homenagem aos familiares de Eurides Furtado, em reconhecimento à contribuição do pesquisador e à doação de parte significativa do acervo que hoje integra a Coleção Entomológica de Mato Grosso, uma das mais importantes da América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação simboliza o início de uma nova etapa para a pesquisa científica com coleções na Universidade Federal de Mato Grosso. Com a entrada em funcionamento do CPCZ, a UFMT fortalece sua infraestrutura científica, amplia sua capacidade de produzir conhecimento sobre a biodiversidade brasileira, impulsiona a formação de novos pesquisadores, intensifica a cooperação com instituições nacionais e internacionais e consolida sua posição como uma das principais referências brasileiras no estudo da biodiversidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“A UFMT entrega à sociedade um espaço concebido para preservar patrimônio científico, formar novas gerações de pesquisadores e produzir conhecimento de excelência sobre a biodiversidade brasileira”</em></strong><em>, destacou a reitora Marluce Souza e Silva.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas passa a integrar uma nova geração de infraestruturas multiusuárias da UFMT, reafirmando o compromisso da Universidade com a ciência, a inovação e o desenvolvimento sustentável e consolidando uma visão de futuro baseada na integração de competências, no compartilhamento de infraestrutura e na produção de conhecimento de impacto para Mato Grosso, para o Brasil e para a comunidade científica internacional.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Serviço</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inauguração do Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas (CPCZ)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Data: </strong>2 de julho de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>9h – Palestra comemorativa: A importância das coleções zoológicas para a pesquisa científica</strong>, com o professor Luís Fábio Silveira, presidente da Sociedade Brasileira de Zoologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Local: </strong>Sala dos Órgãos Colegiados – UFMT.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>16h – Solenidade de inauguração do Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas (CPCZ)</strong>, seguida de visita às instalações, exposição de acervos científicos e homenagem aos familiares de Eurides Furtado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Local: </strong>Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas – atrás do Casarão, Campus Cuiabá da UFMT.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Texto Por: Maria Rita Lima &#8211; Bolsista do Programa Institucional de Comunicação Pública da Ciência da PROPESQ/UFMT</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Este artigo foi republicado do <a href="https://www.ufmt.br/noticias/ufmt-inaugura-centro-de-pesquisa-em-colees-zoolgicas-1782503411#top_page" data-type="link" data-id="https://www.ufmt.br/noticias/ufmt-inaugura-centro-de-pesquisa-em-colees-zoolgicas-1782503411#top_page">site da UFMT</a>. </strong><br><strong>Revisão: Thiago Crepaldi &#8211; Membro do Programa Institucional de Comunicação Pública da PROPESQ/UFMT e Jornalista &#8211; Reg. Prof. 0003512/MT</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://incol.ufmt.br/noticias/ufmt-inaugura-centro-de-pesquisa-em-colecoes-zoologicas/">UFMT Inaugura Centro de Pesquisa em Coleções Zoológicas</a> apareceu primeiro em <a href="https://incol.ufmt.br"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://incol.ufmt.br/noticias/ufmt-inaugura-centro-de-pesquisa-em-colecoes-zoologicas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
